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sábado, 15 de junho de 2013

Servidores interditam o Viaduto do Trevo por uma hora e responsabilizam Mauro Nazif e Confúcio Moura


Os Os trabalhadores em educação estaduais de Rondônia e municipais de Porto Velho, em greve, se uniram nesta quinta-feira (13/06) em mais um protesto para cobrar do governo do estado de Rondônia e da prefeitura de Porto Velho, propostas visando ao atendimento das reivindicações.


As duas categorias decidiram interditar por uma hora (das 10h às 11h) o viaduto do Trevo do Roque, em protesto contra a intransigência do governo e da prefeitura, motivo pelo qual os trabalhadores estão em greve. O protesto teve a participação dos trabalhadores em educação das Regionais Norte e Mamoré (Porto Velho, Candeias do Jamari, Itapuã D’Oeste, Guajará-Mirim e Nova Mamoré).


As categorias responsabilizam o prefeito Mauro Nazif e o governador Confúcio Moura pelos transtornos causados pelas greves e pelos demais protestos, como os congestionamentos do trânsito durante as passeatas, e nesta quinta-feira, pela interdição dos viadutos no Trevo do Roque.

Os trabalhadores em educação municipais, em greve desde o dia 06 de maio, estão acampados em frente à prefeitura, de onde só pretendem sair quando o prefeito Mauro Nazif apresentar uma nova proposta de negociação. A categoria cobra reposição salarial, definição do pagamento dos quinquênios, fim do desconto da contrapartida do auxílio transporte, melhoria das condições de trabalho, e outros itens, todos com a finalidade de melhorar a qualidade do ensino.


Já os trabalhadores em educação estaduais, em greve desde 21 de maio, protestam contra o governo do estado, que também se recusa a negociar o atendimento das reivindicações. A revolta da categoria aumentou ainda mais diante da proposta considerada “indecente” feita pela secretária de Estado da Educação, Izabel Luz, de iniciar a reposição salarial somente no segundo semestre de 2014.


Os protestos se repetirão no interior do Estado. Em Jaru a manifestação reunirá os trabalhadores das Regionais Centro 1 e Estanho (Ariquemes, Machadinho D’Oeste, Buritis, Jaru e outros municípios e distritos). Em Ji-Paraná as manifestações terão a participação dos trabalhadores em educação das Regionais Machado, Centro 2, Guaporé e Café (Ji-Paraná, Ouro Preto do Oeste, Presidente Médici, Cacoal, Alvorada D’Oeste e outros municípios). Em Vilhena os protestos reunião os trabalhadores em educação das Regionais Cone Sul, Apidiá e Mata (Vilhena, Colorado D’Oeste, Rolim de Moura, Pimenta Bueno, Espigão D’Oeste, Alta Floresta D’Oeste, Nova Brasilândia D’Oeste e outros municípios).


A greve, segundo a direção do Sintero, foi o último recurso das categorias na tentativa de serem ouvidas pelas administrações municipal e estadual. “Ninguém gostaria de entrar em greve. Os trabalhadores em educação prefeririam estar em seus locais de trabalho, desenvolvendo as suas atividades, e não nesse sol escaldante, protestando nas ruas. Mas, o governo do estado e a prefeitura não nos dão outra alternativa”, disse Manoel Rodrigues, presidente do Sintero.
Obs.: Enviado pelo Prof. Eduardo José da Silva.



Rgional Guaporá



Os trabalhadores em educação estaduais da Regional Guaporé (Presidente Médici, Costa Marques, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, Alvorada D’Oeste e São Francisco do Guaporé) vêm a público manifestar REPÚDIO ao Governo do Estado de Rondônia pelas insistentes tentativas de impedir a categoria de exercer o direito de greve, garantido pela Constituição Federal, medida adotada através de ação judicial que culminou com o arbitramento, pela Justiça, de multa aos professores do EJA (Ensino de Jovens e Adultos) bem como aos docentes do 3º ano do Ensino Médio, em caso de manutenção da greve.
Manifestam, ainda, REPÚDIO pela contraproposta “indecente” apresentada pela secretária de Estado da Educação, de iniciar a reposição salarial somente no segundo semestre de 2014.
Todas as medidas adotadas pelo Governo do Estado contra os trabalhadores em educação demonstram a falta de respeito da administração estadual pela classe e a falta de compromisso com a sociedade, a quem o governo tem a obrigação de oferecer ensino público gratuito e de qualidade.
Ao invés dos professores, quem deveria ser multado é o próprio Governo do Estado, por não cumprir os compromissos firmados com os servidores públicos estaduais, por não cumprir a Lei Complementar nº 680/2012 (Lei do Plano de Carreira da Educação), e por não respeitar a sociedade rondoniense.

Obs.: Agradecemos ao Professor Eduardo José da Silva pelas informações enviadas ao nosso e-mail. Nossa parceria gerará bons frutos, pode ter certeza, Prof. Eduardo.