segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Público presente no Evento

Entre os representantes da classe artística, estiveram presentes os atores Paulo Betty, Dira Paes, Silvia Buarque, os músicos Alceu Valença, Wagner Tiso, Otto, Yamandu Costa, Rosemary, Lia de Itamaracá, Margareth Menezes e Alcione, além do cartunista Ziraldo e do diretor de teatro José Celso Martinez Corrêa.

Da classe política compareceram a ministra Nilcea Freire (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres), os ex-ministros Márcio Thomas Bastos (Justiça) –que entregou um manifesto de apoio em nome dos advogados do Brasil–, Carlos Minc (Meio Ambiente), e os governadores eleitos do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e Jacques Wagner (PT), além do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB).

O teólogo Leonardo Boff, a filósofa Marilena Chaui e o sociólogo Emir Sader também marcaram presença e discursaram. Militantes do PT ajudaram a lotar o teatro com bandeiras e camisetas e cantaram músicas da campanha petista. Do lado de fora, telões na calçada transmitiam o evento.

Também estiveram presentes ao evento representantes dos movimentos gay, negro e religioso.

Fonte: www.globo.com

No Rio, artistas e intelectuais lançam manifesto de apoio a Dilma

Ato teve Niemeyer, Chico Buarque, Beth Carvalho, políticos e entidades. O Evento ocorreu no Teatro Casa Grande, na Zona Sul da cidade.

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, recebeu na noite desta segunda-feira (18), no Rio de Janeiro, apoio de um grupo de artistas e intelectuais. Segundo a organização do evento, mais de 900 pessoas lotaram o Teatro Casa Grande, na Zona Sul da cidade.
Dilma agradeceu o apoio dos artistas e intelectuais. “As músicas que ouvi e os livros que eu li estão aqui, com todos esses cantores e artistas”, afirmou.
Em seu discurso, a candidata petista defendeu investimentos em cultura. “Não existem formas de dar qualidade ao processo sem valorizar as pessoas que fazem parte do processo.”
Também defendeu melhorias na educação. Ela disse que, se for eleita, pretende criar nova universidades e escolas técnicas no país. “Para diminuir a desigualdade pela raiz é preciso gastar dinheiro com educação de criança de até cinco anos, com educação de qualidade, pagando professores de forma digna e não recebê-los com cassetetes”, destacou.
A petista também falou sobre a campanha. Disse que “em 2002, a esperança venceu o medo”. E que agora acredita que “essa campanha de ódio, que se desencadeou, também vai ser vencida”.
Entre os convidados que declararam apoio Dilma estavam o arquiteto Oscar Niemeyer, o cantor e compositor Chico Buarque e a cantora Beth Carvalho, que não aparece em público desde uma operação de coluna, no fim do ano passado.
“Eu estou me recuperando de uma cirurgia, mas fiz questão de vir”, disse Beth Carvalho, que cantou uma versão política de “Deixa a vida me levar”. “É um governo que não fala fino com Washington e não fala grosso com Bolívia e Paraguai. Por isso somos ouvidos e respeitados como nunca antes na história deste país”, disse Chico Buarque em seu discurso

Fonte: www.globo.com
http://g1.globo.com/especiais/eleicoes-2010/noticia/2010/10/no-rio-artistas-e-intelectuais-lancam-manifesto-de-apoio-dilma.html

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

15 de outubro - DIA DO PROFESSOR

Todos os anos, nessa data, pensa-se ser um dia especial! Especial, porque é o "Dia do Professor"! Para nós que labutamos semanalmente 40h ou 60h (sem tempo para mais nada), esse dia não soa tão bem como antes. Em muitos, desses dias, durante anos, tivemos que está em sala de aula. Então, eu pergunto: É um dia especial ou um dia como outro qualquer? Estamos ou não executando as mesmas funções, nesse dia?!!!! Pensei em escrever tais questionamentos para que possamos refletir sobre esta data, melhor! Temos vários feriados (que todos acham uma balela, mas são feriados) e o dia que foi destinado ao Professor, é encarado como outro qualquer, até mesmo por nós (professores) por estarmos acostumados a encará-lo naturalmente todo ano. Acredito e defendo (para quem tiver outros argumentos) que deveríamos rever essa realidade que nos assola anualmente. Precisamos ser mais organizados e unidos, para que em momentos como este, possamos, realmente, nos mostrarmos fortes e valorizarmos nossa profissão. Reflitam sobre isso! Pense em você como profissional, como PROFESSOR! Somos ESPECIAIS, RESPONSÁVEIS, COMPANHEIROS, AMIGOS e, acima de tudo isso, somos EDUCADORES!

Que DEUS possa nos abençoar HOJE e SEMPRE!

QUE ESTA DATA POSSA SER SEMPRE MELHOR A CADA ANO! 

Eleição, aborto e a infantilização da religião

Por Jung Mo Sung (Coord. Pós-Graduação em Ciências da Religião, Universidade Metodista de São Paulo)

Adital -
Por que bispos, padres e grupo religiosos que sempre defenderam a separação radical entre a religião e política, que sempre criticaram a discussão política no âmbito da Igreja ou até mesmo a relação "fé e política", estão fazendo, até mesmo nas missas, campanha aberta contra Dilma?

Uma primeira resposta poderia ser: hipocrisia. Respostas moralistas podem satisfazer o "juiz moralista" que todos nós carregamos no mais profundo do nosso ser, mas não são boas para nos ajudar a entender o que está acontecendo.

Esta campanha contra a candidatura da Dilma, e com isso o apoio explícito ou implícito à candidatura do Serra, está sendo feita de várias formas, mas com um elemento comum: os católicos e os "crentes" não devem votar nela porque ela seria a favor do aborto e, por isso, contra a vida. Alguns agregam também a acusação de que, se ela for eleita, as TVs católicas e evangélicas seriam proibidas de veicular os programas religiosos ou obrigadas a diminuir o seu tempo de duração. É a velha acusação de que "comunistas" são contra a religião.

Essas duas acusações são expressas e justificadas através de lógicas religiosas, e não a partir da "racionalidade leiga" que deve caracterizar a discussão sobre a política hoje. Esses grupos não admitem a distinção entre a religião e a política, ou melhor, não admitem a "autonomia relativa" do campo político e de outros campos -como o econômico- que se emanciparam da esfera religiosa no mundo moderno. Por isso, eram e são contra "fé e política" ou o debate sobre a política no campo religioso, pois esses debates são feitos normalmente a partir do princípio da autonomia relativa da política. Isto é, a discussão sobre questões políticas são feitas com argumentos de racionalidade sócio-política e não submetidos ao discurso meramente religioso.

Para esses grupos (é preciso reconhecer que ocorre também em outros grupos político-religiosos), os valores religiosos (do seu grupo) devem ser aplicados diretamente a todos os campos da vida pessoal e social. E, em casos graves como aborto, ser impostos sobre toda a sociedade através das leis do Estado. Nesses casos, não seria misturar a religião com a política, mas seria a "defesa" dos mandamentos e valores religiosos; ou colocar a política a serviço dos valores religiosos (nessa discussão apresentados como "a serviço da vida"). Pois, nada estaria acima dos "mandamentos de Deus". Desta forma não se reconhece a autonomia relativa do campo político, a dificuldade de se passar do princípio ético abstrato (do tipo "defenda a vida") para as políticas sociais concretas, e muito menos se aceita a pluralidade de religiões com valores diversos e propostas de ação divergentes e conflitantes.

Esta é a razão pela qual esses grupos não entendem e nem aceitam a resposta dada por Dilma de que ela, pessoalmente, é contra o aborto, mas que ela vai tratar esse tema como um problema de saúde pública. Para ouvidos daqueles que crêem que não há ou não deve haver separação entre a saúde pública (o campo da política social) e a opção religiosa pessoal do governante, a resposta da Dilma soa como eu não sou contra o aborto, que logo é traduzido na sua mente como "eu sou a favor do aborto".

E se ela é a favor do aborto, ela é contra a vida e, portanto, ela é do "mal". Enquanto que, por oposição, o outro candidato seria do "bem".

Reduzir toda a complexidade da "defesa da vida" -a que um/a presidente deve estar comprometido/a- à manutenção da criminalização do aborto (que é o que está discutido de fato neste debate sobre ser a favor ou contra o aborto) é uma simplificação mais do que exagerada. Simplificação que deixa fora do debate, por ex., toda a discussão sobre políticas econômicas e sociais que afetam a vida e a morte de milhões de pessoas. Mas é compreensível quando os cristãos têm muita dificuldade em perceber quais são os caminhos concretos e possíveis para viver a sua fé na sociedade, perceber em que a sua fé pode fazer diferença na vida social. Diante de tanta complexidade, a tentação mais fácil é simplificar o máximo para separar "os do bem" de "os do mal".

Essa simplificação me lembra a pergunta que os meus filhos, quando muito pequenos, me faziam ao assistir um filme: "pai, ele é do bem?" Se sim, eles torciam por aquele que "é do bem" contra o "do mal". Essa necessidade de separar os do bem e os do mal faz parte da condição mais primária do ser humano. O problema é que reduzir toda a complexidade da luta em favor da vida ao tema de ser favor ou contra a manutenção da criminalização do aborto é infantilizar a discussão política e, o que é pior, é infantilizar a própria religião que professa.

[Autor, em co-autoria com Hugo Assmann, de "Deus em nós: o reinado que acontece na luta em favor dos pobres"].

Dilma e a fé cristã

Por Frei Betto (Escritor e assessor de movimentos sociais)



Adital -



Conheço Dilma Rousseff desde criança. Éramos vizinhos na rua Major Lopes, em Belo Horizonte. Ela e Thereza, minha irmã, foram amigas de adolescência.

Anos depois, Dilma e eu nos encontramos no Presídio Tiradentes, em São Paulo. Ela na ala feminina, eu na masculina, com a vantagem de, como frade, obter permissão para, aos domingos, monitorar celebração litúrgica na Torre, como era conhecido o espaço que abrigava as presas políticas.

Aluna de colégio religioso na juventude, dirigido pelas freiras de Sion, Dilma, no cárcere, participava ativamente de orações e comentários do Evangelho. Nada tinha de "marxista ateia". Aliás, raros os presos políticos que professavam convictamente o ateísmo. Nossos torturadores, sim, o faziam escancaradamente ao profanarem, com toda violência, os templos vivos de Deus: suas vítimas levadas ao pau-de-arara, ao choque elétrico, ao afogamento e à morte.

Em 2003, deu-se meu terceiro encontro com Dilma, em Brasília, nos dois anos em que participei do governo Lula.

De nossa amizade posso assegurar que não passa de campanha difamatória -diria mesmo, terrorista- acusar Dilma Rousseff de "abortista" ou contrária aos princípios evangélicos. Se um ou outro bispo critica Dilma, há que lembrar que, por ser bispo, nenhum homem é santo.

Poucos bispos na América Latina apoiaram ditaduras militares, absolveram torturadores, celebraram missa na capela de Pinochet... Bispos também mentem e, por isso, devem, como todo cristão, orar diariamente "perdoai as nossas ofensas..."

Dilma, como Lula, é pessoa de fé cristã, formada na Igreja Católica. Na linha do que recomenda Jesus, ela e Lula não saem por aí propalando, como fariseus, suas convicções religiosas. Preferem comprovar, por suas atitudes, que "a árvore se conhece pelos frutos", como acentua o Evangelho. É na coerência de suas ações, na ética de seus procedimentos políticos, na dedicação ao povo brasileiro, que políticos como Dilma e Lula testemunham a fé que abraçam.

Sobre Lula, desde as greves do ABC, espalharam horrores: que, se eleito, tomaria as mansões do Morumbi, em São Paulo; expropriaria sítios e fazendas produtivos; implantaria o socialismo por decreto...

Passados quase oito anos, o que vemos? Vemos um Brasil mais justo, com menos miséria e mais distribuição de renda, sem criminalizar movimentos sociais ou privatizar o patrimônio público, respeitado internacionalmente.

Nas breves semanas que nos separam hoje do segundo turno, forças de oposição ao governo Lula haverão de fazer eco a todo tipo de boataria e mentiras. Mas não podem alterar a essência de uma pessoa. Em toda a trajetória de Dilma, em tudo que ela realizou, falou ou escreveu, jamais se encontrará uma única linha contrária ao conteúdo da fé cristã e aos princípios do Evangelho.

Certa vez, relata o evangelista Mateus, indagaram de Jesus quem haveria de se salvar. Para surpresa dos que o interrogaram, ele não respondeu que seriam aqueles que vivem batendo no peito e proclamando o nome de Deus. Nem disse que seriam aqueles que vão à missa ou ao culto todos os domingos. Nem disse que seriam aqueles que se julgam donos da doutrina cristã e se arvoram em juízes de seus semelhantes.

A resposta de Jesus surpreendeu-os: "Eu tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; estive enfermo e me visitastes; nu e me vestistes; oprimido, e me libertastes..." (Mateus 25, 31-46)

Jesus se colocou no lugar dos mais pobres e frisou que a salvação está ao alcance de quem, por amor, busca saciar a fome dos miseráveis, não se omite diante das opressões, procura assegurar a todos uma vida digna e feliz.

Isso o governo Lula tem feito, segundo opinião de 77% da população brasileira, como demonstram as pesquisas. Com certeza, Dilma, se eleita presidente, prosseguirá na mesma direção.

[Frei Betto é escritor, autor de "Um homem chamado Jesus" (Rocco), entre outros livros - www.freibetto.org twitter:@freibetto]


sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Upanema de Todos Nós – 57 anos de Emancipação Política - Por Professor Erivan Silva*

Desmembrada do município Campo Grande

Foi emancipada em 16 de setembro de 1953
Depois de grande luta de seu Povo Guerreiro
Rumo ao progresso promissor caminhou.

Rua da Palha, Curral da Várzea, Conceição de Upanema.
Nomes recebidos antes do “Grande Feito”: Liberdade
Felizes, o povo continua lutando.
Enaltecendo o Futuro município, chamado Upanema.

Uma Luz começa a brilhar e unido, o povo está.
Irmanados na bandeira da União, Paz e Libertação.
E o futuro começa, finalmente, a se projetar.
Nessa Terra tão querida e um povo de bom coração.

Aos poucos, a Educação, a Saúde e a Segurança
Foram ganhando formas e beneficiando a comunidade local.
Escolas, Maternidade, Hospital, Postos de Saúde e Delegacia
Foram construídos para atender aos filhos do lugar.

Antonio Lopes, Luiz Cândido, Antonio Targino e Jorge Luiz
Políticos local, contribuíram diretamente para tais feitos.
Buscando recursos com o Estado ou com a União
Para beneficiar a promissora e eterna Upanema de Todos Nós.

“Upanema de Todos Nós” gritava em bom tom de voz
O bom cidadão, músico e ex-vereador, meu amigo Clécio Azevedo
Em seus comícios, quando concorria a cadeira de Edil no Legislativo Municipal
E que tem sido eternizada pelo mesmo toda vez que se apresenta em público.

O progresso continua e grandes metas foram alcançadas:
Ginásio Poliesportivo, Barragem de Umari, Estádio Freirão,
Casas Populares, o Calazans tão sonhado, PSFs setorizados,
E, finalmente, (ufa!) iniciam-se as obras da construção da BR 110.

O Esporte foi valorizado com investimentos e dedicação
Atletas se destacam local, regional, estadual, nacional e fora do Brasil!
A Cultura tem “bombado” com Bandas Marciais, Grupos Musicais, Teatro, Grupo de Flautas,
Jornal de Upanema, FM Liberdade, com a Internet vieram os Sites, Blogs e Rádio Online.

Igrejas Cristãs foram construídas e novas nomeações religiosas foram instaladas
Padre, Pastor, Ancião todos pregadores e anunciantes do Poder e Verdade da Bíblia.
De um único e eterno Salvador: Jesus Cristo, o filho vivo de Deus.
Oram, Rezam, Pedem Intercessão para que a Fé, a Paz e o Amor reinem nos corações.

Capitão José Gomes de Souza Bastos e Coronel Silvestre Veras, se fossem vivos
Estariam muito felizes com todas essas conquistas que eles iniciaram a buscar
Seus familiares e conterrâneos tem muito do que se alegrar e festejar
Conquistas e vitórias que a cada ano temos o prazer de comemorar.

16 de setembro de 2010, dia muito especial para todos nós!
São 57 anos de Emancipação, Liberdade e Futuro Promissor
De um povo lutador que tanto fez e tanto faz para vencer a batalha diária
Numa cidade pequena e enorme ao mesmo tempo.

Pequena em espaço geográfico e população
Enorme em religiosidade, hospitalidade, alegria, festividade, respeito e humildade.
Esta é a “nossa” cidade pacata do interior Potiguar, chamada Upanema
Lugar que enche de orgulho e felicidade os filhos presentes e ausentes.

Finalizo com o coração pulsando rapidamente e lágrimas no rosto.
Sou um filho Upanemense ausente e ao mesmo tempo presente.
Ausente por não morar lá e presente porque amo minha Terra e acompanho diariamente,
Tudo o que acontece, nos Blogs de conterrâneos amigos.

*Sou Antonio Erivan da Silva, Professor graduado em Letras/Habilitação em Língua Inglesa, servidor da Seduc no Estado de Rondônia, neto de seu João Belé (In Memória), um dos pioneiros da Terra, filho de Dona Leonice e pai de Matheus Klisman (neto de seu Antonio Balbino).


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Tipos de Pesquisa para um TCC

TCC – Trabalho de Conclusão de Curso refere-se a uma dissertação científica, do cunho monográfico iniciático, que os alunos concluintes devem elaborar.

O Projeto de Pesquisa é composto de introdução, objetivos, justificativa, metodologia, cronograma e bibliografia e busca a resolução de problemas melhorando as práticas por meio da observação, análise e descrições objetivas. Monografias de conclusão de curso, dissertações de mestrado e teses de doutorado são exemplos de Projetos de Ação desse tipo de Pesquisa. Algumas perguntas são relevantes: A problemática pode realmente ser resolvida pelo processo de pesquisa científica e justifica, realmente, realizar essa pesquisa? Há como obter, de fato, os dados exigidos pela pesquisa? Pode-se alcançar uma conclusão valiosa? Terei de tempo de terminar o Projeto? Serei um “guerreiro medieval”, ou seja, lutarei e persistirei até o final?

Estado da Arte ou Estado do Conhecimento ou “Estado do Projeto” é o tipo de pesquisa que busca dar exemplos ou expôr o que é atualmente feito num determinado campo em estudo. “Definidas como de caráter bibliográfico, elas parecem trazer em comum o desafio de mapear e de discutir uma certa produção acadêmica em diferentes campos do conhecimento, tentando responder que aspectos e dimensões vem sendo destacados e privilegiados em diferentes épocas e lugares, de que formas e em que condições tem sido produzidas certas dissertações de mestrado, teses de doutorado, publicações em periódicos e comunicações em anais de congressos e de seminários”(Ferreira, 2002). Para saber mais siga o link: http://www.scielo.br/pdf/es/v23n79/10857.pdf  

Estudo de Caso/Pesquisa-ação é preferido quando o tipo de questão de pesquisa é da forma “como” e por quê? Quando o controle que o investigador tem sobre os eventos é muito reduzido; ou quando o foco temporal está em fenômenos contemporâneos dentro do contexto de vida real. A necessidade de se utilizar essa estratégia de pesquisa deve nascer do desejo de querer entender um fenômeno social complexo. Alguns críticos desse tipo de pesquisa argumentam que são muito extensos e demandam muito tempo para serem concluídos. Leia mais seguindo os links: http://www.focca.com.br/cac/textocac/Estudo_Caso.htm  e http://www.slideshare.net/calaisgarcia/o-estudo-de-caso  

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Internet:lugar de autoria ou plágio?

A Internet é um lugar de autoria ou de plágio?


A Internet é um lugar de autoria. Isso se torna claro quando os autores de conteúdos, ou seja, os usuários usam as ferramentas on line para produzirem seus textos, imagens, sons, vídeos. Com a Web 2.0, também conhecida como 2ª geração, o usuário, deixa de ser passivo, apenas com a utilização de downloads prontos, passa a produzir seu próprio conteúdo e fazer o upload, disponibilizando-o na rede para os demais usuários. A participação deixa de ser estática, onde o conteúdo era apenas de um usuário para outro usuário ou de um para vários e passa a ser colaborativa, onde o conteúdo disponibilizado na rede é produzido por muitos e disponibilizados para muitos.

Fazer plágio, hoje, na net é o mesmo que retroceder. Apropriar-se de informação de outrem, além de um desrespeito é uma forma de desvalorizar a sua produção. Não há necessidade para isso! As portas para a autoria e co-autoria foram abertas para os pesquisadores, poetas, idealizadores, comerciantes, propagandistas, enfim, para àqueles que tem interesse de compartilhar seus ideais com mais pessoas. Dessa forma, o usuário pode e deve contribuir e participar ativamente na organização e elaboração de conteúdos para serem postados na rede.

Com a “nova cara” dada a Internet, a escola tem o papel e o dever de estimular o aluno a ser autônomo, buscar seu conhecimento e ser acima de tudo, criativo. O aluno deixa de ser apenas receptor, passivo, reproduzir conteúdos. A busca de novas fontes de pesquisa, conhecimento, troca de informações é realizada de forma não-linear. Com essas características elencadas, o aluno passa a ser autor e co-autor de seu próprio aprendizado. O professor/educador tem o papel de garantir a organização e o cronograma e buscar situações inovadoras de aprendizagem para que todo o processo tenha significado para o aluno no tangente ao ensino e a aprendizagem. No ambiente escolar, as tics devem abrir espaço para a autoria do aluno usuário como forma de inovar a relação desse aluno com a ferramenta utilizada.

Assim, é preciso aprender permanentemente para inserir-se de maneira sempre renovada nas expectativas da produtividade e inovação tecnológica. Novas habilidades devem ser alcançadas para sermos usuários participativos e reconstrutivos, visando uma utilização caracteristicamente não-linear, reflexiva, crítica a autocrítica. A utilização da Web 2.0 requer a aquisição da habilidade de desconstruir e reconstruir conteúdos para disponibilizar na net, para garantir a autoria dos conteúdos disponibilizados.


quinta-feira, 19 de agosto de 2010

AMBIENTES INTERATIVOS

Os ambientes interativos podem auxiliar a aumentar o interesse dos alunos pelos conteúdos educacionais, a partir do momento em que o professor entender o que é “digital”. A partir daí, ele vai entender que o digital é prático, prazeroso e divertido e que é um recurso fantástico articulado ao currículo escolar. Os alunos podem se organizar para realizarem trabalhos em grupo para discutirem os conteúdos a serem pesquisados e desenvolvidos, no laboratório de informática, por exemplo, e usarem o MSN, Orkut, facebook, twitter. Debates on line podem ser criados. O professor atua como mediador e enriquece todo processo de ensino e de aprendizagem. A velocidade na composição e na transmissão dos diálogos, das idéias, das novas descobertas realizadas durante o desenvolvimento dos trabalhos, faz com que as informações circulem muito rápidas. As possibilidades de responder ou encaminhar para outras pessoas (feedback), a linguagem formal ou informal, a interação entre professor e aluno, o uso de recursos sonoros e visuais, os diferentes papéis dados, antecipadamente aos participantes e o tempo delimitado antecipadamente, também, auxiliam o trabalho do professor e aumenta o interesse dos alunos em estarem envolvidos.

Acredito que todas as áreas do conhecimento: Linguagem, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Naturais, Matemática e suas Tecnologias e Ciências Humanas e suas Tecnologias podem ser trabalhadas com ferramentas virtuais. Não há conteúdos mais ou menos adequados para os ambientes interativos. Como dito antes, tudo depende da afinidade que o professor tem com a mídia virtual e de um bom planejamento por ele elaborado. O twitter, os sites participativos (TV escola, por exemplo), o orkut, o Blog são excelentes recursos que podem ser articulados ao currículo escolar e propiciar aos educandos aulas agradáveis.

Para organizar as atividades e as relações de forma a evitar a dispersão da atenção,uma vez que existem muitos estímulos paralelos quando nos inserimos em um ambiente interativo, requer do professor uma definição de regras de utilização e funcionamento próprios para alcançar seus objetivos educacionais: tempo de duração, tipo de atividade, natureza do conteúdo e esclarecimento de dúvidas, distribuição de papéis para cada um dos envolvidos na proposta de trabalho a ser desenvolvida no ambiente escolar. É necessário dar um tratamento adequado a emissão e a recepção daquilo que é proposto. Um ambiente interativo não pode ser unidirecional. Ele tem que ser multidirecional. É um processo comunicacional. Dessa forma, um cronograma bem definido que inclua, indispensavelmente, a participação do aprendiz,propiciará um ensino e uma aprendizagem construídos de forma colaborativa.

Encontro do Curso de Mídias na Educação - Ciclo Intermediário

ATENÇÃO!
Professores inscritos no Ciclo Intermediário de Mídias na Educação sob a tutoria da Professora Aparecida Guidelle estão convidados a participarem do Encontro de Abertura que acontecerá dia 24/08/2010 das 8h às 13h no NTE/RLM. A participação de todos é imprescindível para o bom andamento das atividades e dessa Etapa inicial. Por favor, procurem o Professor Erivan Silva na  Representação de Ensino/Seduc para organização do deslocamento.